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Na tarde deste sábado (25), a Rádio Cultura FM e Jornal Boa Vista participaram de uma coletiva de imprensa com Luciano Pereira Paiva, também conhecido como irmão Luciano e “manezinho” da Ilha. Luciano, desde a infância dedica à vida a caridade, com oito anos já organizava festas para crianças de baixa renda e sempre ajudou em campanhas sociais e educativas. Mas, foi 1999 que realizou um sonho e fundou em Rancho Queimado, a Cidade da Esperança, uma instituição filantrópica que atende pessoas da comunidade de graça, com fitoterapia, reeducação alimentar e palavras de fé.

 

Luaciano diz: “Não sou guru, não sou profeta e nem mago. Sou um ser humano, fitoterapeuta e autodidata, que vem para Erechim falar da fitoterapia, alimentação saudável e o resgate das famílias”. Também disse que vem trazer para Erechim dizeres simples do dia-a-dia, mas que podem mudar a humanidade: Por gentileza, Por favor e Muito obrigado.

 

Neste sábado, Luciano realizará uma palestra sobre fitoterapia, com o tema “práticas complementares: Fitoterapia com reeducação alimentar. A nova era e a família moderna”, no CTG Galpão Campeiro às 20 horas. O ingresso é um kilo de alimento que será doado a entidades beneficentes de Erechim.

 

O fitoterapeuta Luciano Pereira Paiva atua em Santa Catarina, sendo conhecido no Brasil e no exterior por tratar pessoas através da fitoterapia baseada com reeducação e complementação alimentar. O tratamento em seu conjunto busca o equilíbrio do corpo, trabalhando em parceria com a medicina convencional passada pelos médicos. Sua técnica é regulamentada na ANVISA e aprovada pelo SUS.

 

Luciano coordena as atividades no município de Esperança, localizada em Rancho Queimado, Santa Catarina. Com o lema Amor, Fé, Caridade e Fraternidade, a instituição Cidade da Esperança é uma entidade sem fins lucrativos que ajuda pessoas com problemas de saúde.

 

Por Carla Emanuele/JBV Online

 

FONTE: http://www.jornalboavista.com.br/site/noticia/47962/irmao-luciano-realiza-palestra-de-fitoterapia-com-reeducacao-alimentar-e-a-nova-era-e-a-familia-moderna

 

Fotos Carla Emanuele/JBV Online

 

 

 

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"Não sou guru, não sou profeta e nem mago, sou um ser humano, autodidata, fitoterapeuta e herbalista"

 

No último final de semana conheci Luciano Pereira Paiva, natural de Santa Catarina, da cidade de Florianópolis, também chamado de Irmão Luciano e Manezinho. Uma pessoa que carrega na bagagem conhecimento, sensibilidade e dom contagiante, de arrepiar e emocionar. Quando criança, era muito doente, tinha crises enquanto dormia e os pais chamavam benzedeiras e curandeiros para tentar acalmá-lo. “Eu gritava pela minha mãe, sentia uma energia, dor no meu corpo e minha mãe chamou uma senhora. Ela disse: “Inácia, teu filho veio com uma missão de ajudar o planeta, as pessoas vão aceitar a ideologia que ele vai pregar”, contou. Luciano estava predestinado a ter um grandioso dom. “Quando meu avô faleceu, minha mãe era criança. Ele falava com ela e a instruía sobre o que fazer e como amparar sua mãe e irmãs”.

 

Com isso, Inácia entendia que o filho estava seguindo o caminho do bem e o compreendia. “Minha mãe e tia me deram a oportunidade de entender o que estava acontecendo comigo, caso contrário, seria uma pessoa totalmente desiquilibrada. Diziam para eu ter calma e quando fosse mais maduro seguiria o meu caminho. Já meu pai era descrente, ele acreditava em Deus, mas não nessa coisa de sentir e ver os anjos”, relatou.

 

Com seis e sete anos já realizava trabalhos sociais e buscava a parceria de empresários “Pedia para as pessoas mais velhas cuidarem da organização dos eventos e eu garantia os donativos. Fazíamos festas para 200 a 300 pessoas. Dia das Crianças, Natal, arrecadações em casos de enchente, situações de risco e tantos outros. Eu estava sempre engajado e os adultos davam apoio”, salientou.

 

Logo, começou a realizar trabalho de rua, levando sopa, café, roupas, cobertores e em projetos com jovens para largar da droga e bebida. Muitos até mesmo o consideravam maluco. Em 1995, sofreu um acidente, durante uma partida de futebol. “Levei um chute na cabeça, desde então conheci o outro lado na vida, fiquei na UTI, perdi a visão de um dos olhos e desenvolvi uma doença que me fez perder gradativamente a visão do outro olho. Naquele estado decadente que eu me encontrava, um anjo disse que eu iria renascer para a vida e criar a Cidade da Esperança, que seria fundada em Rancho Queimado, Km 5, Rio das Antas. Disse ainda, que lá encontraria dois agricultores em uma roça de tomate, perguntaria se o terreno estava a venda e o compraria, mesmo sem condições financeiras”, falou.

 

Na época, Luciano não tinha vidência. Hoje, nesse processo do dom, com a deficiência visual, consegue ver as energias da aura humana, saber quem mente ou não, quem é verdadeiro ou falso. A sede foi construída, com doação de madeiras, portas, tábuas de caixaria, entre outros materiais reaproveitados. Chamava-se Casa Azul e com o tempo, passou por reformas. “Não construímos apenas a Cidade da Esperança, mas outras 31 instituições, em outras localidades do Brasil e do mundo”, citou.

 

Além do dom e o trabalho de caridade, Luciano explica: “eu não sou guru, não sou profeta e nem mago, sou um ser humano, autodidata, fitoterapeuta e herbalista, que preza pela fitoterapia, boa alimentação e família”.

 

O trabalho com as ervas faz parte da trajetória de Luciano desde os 16 anos, quando foi diagnosticado com um câncer de cérebro. “Um grande médico de Florianópolis diagnosticou uma lesão no meu cérebro. Disse para a minha mãe que não tinha como tratar e não seria possível cirurgia. O meu caso foi desacreditado pela medicina. Então, minha mãe levou-me numa freirinha que trabalhava com fitoterapia e desde então gostei das ervas. Em 35 anos de vida, passei por oito cânceres, diabete, fibromialgia, e me tratei por meio das plantas medicinais. Desde então, o estudo das plantas deu ênfase para eu levar as pessoas esperança de que elas podem melhorar através da reeducação alimentar. É claro, em parceria com a medicina, porque eu não tiro e nunca tirarei remédio receitado por médico", afirmou. Segundo Luciano, as plantas existem desde os papiros, no Antigo Egito. Ao todo, 1.574 plantas foram catalogadas para ajudar curar pessoas com doenças mais sérias.

 

Para o fitoterapeuta, atualmente vivemos o advento de retomada, das plantas, uma busca interior, em função do homem ter a necessidade de uma nova reeducação, com base nos costumes de antigamente. "Antigamente se fazia o chazinho do quintal e não precisava saber porque tinha uma dor de cabeça. As mães, faziam chá para aclamar as bichas das crianças. A necessidade humana está fazendo com que a gente volte a essa origem, mas sempre em parceria com a medicina", acrescentou.

 

Disse ainda que a sociedade não parou para observar a evolução, se preocupou com capitalismo e se esqueceu da coisa mais importante, de como alimentar-se bem. "Se alimentar bem não é ter umas micro-ondas para descongelar ou esquentar um alimento. É ter o horário certo para alimentação e saber controlar os carboidratos e lipídios. Hoje, algumas coisas passaram a ser sintéticas. Ir ao mercado e comprar algo que foi planejado com aditivos e conservantes, quando colocar no micro-ondas vai fermentar e você não vai mais ter o prazer de comer uma boa comida".

 

Luciano também preza e leva a mensagem por onde passa: sobre família, amor, caridade, respeito aos pais e cidadania. "Onde eu vou prego isso. Se trouxermos isso à baila diariamente, sem cobrar dos políticos, mas com moralidade, com a família, nós poderemos mudar o Brasil. Este é o meu ensinamento, pregar sempre e em todos os lugares do mundo, que o amor e união entre a família são o alicerce. Quero repassar o que aprendi quando criança. A coisa mais bonita é se reunir aos finais de semana, com pai, mãe, irmãos, tios e avós. Hoje, se perdeu muito isso e precisamos resgatar a tradição, não só das plantas, da alimentação, mas da família que é a mais importante da sustentação da vida", disse. Ainda acrescentou: "Não precisamos apenas um Francisco para salvar o mundo, há muitos Franciscos que querem fazer o seu papel. Não precisamos apenas de um Chico Xavier. Esses foram um só, nunca mais vai existir alguém como eles, mas deixaram o seu legado".

 

 

 

Por Carla Emanuele

FONTE: http://jbvonline.com.br/site/noticia/48108/nao-sou-guru-nao-sou-profeta-e-nem-mago-sou-um-ser-humano-autodidata-fitoterapeuta-e-herbalista

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Festa das Crianças - Confecções de doces 1.000 saquinhos 

 

 

 

FONTE: http://cidadedaesperancaluciano.blogspot.com.br/